Archive for novembro, 2009

E-mail marketing: interatividade e resultado no mundo virtual

Sabemos que a comunicação através do e-mail é cada vez mais presente no cotidiano empresarial e pessoal da população. O Brasil registra hoje, segundo dados do Instituto Datafolha, 64,5 milhões de usuários de internet que, pelas páginas da web, se divertem, pagam suas contas, trabalham, estudam, pesquisam, entre outras atividades. A interação constante na web favoreceu as ofertas publicitárias e ações de relacionamento pelo e-mail marketing que, cada vez mais, ganha notoriedade.

O que atualmente é praticado por meio de mensagens que buscam relacionamento e interação com emissão de conteúdo comercial, informativo e de serviço, chamamos de e-mail marketing. Mais do que um canal de marketing direto no mundo virtual, o e-mail marketing potencializa ações de relacionamento, permite abordagem aos destinatários de forma personalizada e altamente relevante, desde que a prática de seu uso seja consciente. Ele pode ser utilizado em diferentes campanhas para propagação da marca, além de ações que aproximam a empresa e seu público. Mas, antes de tudo, é preciso saber como.

Para obter uma campanha de e-mail marketing de resultado é preciso trabalhar com iniciativas focadas em segmentação, relevância e mensuração. Isto significa que o e-mail marketing não pode ser tratado como uma ferramenta para prospecção em massa.

A segmentação é essencial para obtenção de resultados realmente efetivos. Digo “realmente efetivos” porque o mercado ainda confunde quantidade com qualidade. Ouço regularmente empresas que dizem alcançar resultados por meio de disparos para uma base de um milhão de nomes, por exemplo, com uma conversão de 5% nas vendas. Quer dizer que, se eu disparar para dois milhões de cadastros terei um retorno de 10%? Jamais. Ou pelo menos, se isso acontecer, será a exceção da regra. É preciso entender que menos é mais.

Imagine que se, desses dois milhões de envios, eu descarto quem não interagiu com meu e-mail e só converso com quem se interessou pelo meu conteúdo ou, pelo menos, busco saber por que não abriu minha mensagem. Sim, minha base vai diminuir, mas ao mesmo tempo, vai enriquecer.

Com o tempo, posso abastecê-la de dados com foco no perfil comportamental de quem realmente é fiel ao meu e-mail.. Tenho certeza de que o processo de conversão de vendas será mais constante e, de quebra, ainda consigo, muitas vezes, proliferar o conteúdo por meio do marketing viral.

Sendo um consumidor, quem não quer receber conteúdos personalizados, com ofertas de produtos dentro do seu perfil e necessidade? E isto não é só uma relação de oferta, visando à venda, mas sim, puro relacionamento. Uma vez que alguns sistemas de e-mail marketing já permitem identificar o que o cliente quer, por que não fazer uma oferta pertinente? Mensagens irrelevantes ao destinatário resultam em baixo retorno sobre o investimento, deixam o usuário descontente e geram altas taxas de opt-out e reports de spam. Um verdadeiro prejuízo na reputação da marca.

Apesar das facilidades oferecidas por esta mídia digital, as boas práticas nas ações de e-mail marketing são fundamentais. Tudo o que falamos acima tem relação com isso. O fato de insistir em algo que não dá retorno, disparar mensagens sem permissão e invadir a privacidade só contribui para o aumento do spam. Manter um bom relacionamento com a base de dados e com os provedores já é uma dica para evitar este equívoco.

Passando pela avaliação dos sérios provedores, um e-mail marketing que esteja dentro da ética deve chegar somente aos destinatários que concederam o recebimento da mensagem. Atualmente, esses provedores exigem autenticações para que a mensagem não seja “barrada” e chegue ao destinatário. Se o usuário receber e-mail fora destes padrões, e ainda não tiver relacionamento com a empresa remetente, o melhor a fazer é reportar a mensagem como spam.

Não há dúvidas de que a internet é uma forte aliada às ações de comunicação. E a diversidade de canais existentes hoje, com a rápida evolução da tecnologia, já oferece a possibilidade de ações ainda mais interativas com os usuários. Uma das tendências que caminha para a consolidação é o próprio advertising no e-mail marketing. Hoje, um veículo de comunicação pode oferecer espaço em sua newsletter para anúncios segmentados. Isso significa enviar diversos tipos de anúncios no e-mail exatamente de acordo com o perfil comportamental da base. Mas, de novo, só é possível aplicar ações como essa se o banco de dados for alimentado com informações relevantes.

Outra forma de propagar ainda mais são os canais mobile. A convergência das tecnologias vem atender à demanda de um consumidor que incorporou novos hábitos no seu dia-a-dia. A necessidade incessante de buscar informações trouxe um aumento significativo na venda de smartphones. A comunicação via plataformas móveis também já deve fazer parte do plano de marketing digital das companhias.

Lembre-se que o e-mail marketing permite, acima de tudo, conhecer o comportamento do consumidor, algo extremamente necessário em dias onde a lei da oferta é maior que a demanda.

Fonte: PropMark

Envio de e-mail marketing : você anda satisfeito com isso ?

É perceptível como tem aumentado o envio de e-mail marketing pelos grandes varejistas nos úlitmos anos. Devido ao tempo em que a maioria das pessoas encontram-se expostas no computador (principalmente enviando e recebendo e-mails), as marcas mais conhecidas do mercado enxergaram neste nicho uma enorme possibilidade de crescimento nas suas vendas. Entretanto, uma questão tem sondado a maioria das pessoas que recebem este tipo de mensagem em sua caixa de entrada : como estas empresas obtiveram o seu endereço de e-mail ?

Como profissional do ramo, noto que marcas varejistas com pouca visibilidade têm maior probabilidade de utilizar o seu endereço de e-mail de maneira indevida. Elas acreditam que estão “anunciando” via e-mail marketing, sendo que na verdade estão praticando “empurroterapia” com o mailing. Certa vez, ao questionar uma pessoa que me enviou uma oferta por e-mail, ela me justificou (ou tentou se justificar, sei lá) dizendo que “foi a agência de publicidade que disparou, que não sabia de nada”, ou seja, boa parte das pessoas que utilizam este meio de divulgação acreditam que, quanto mais pessoas receberem o e-mail marketing, maior é a probabiliade de venda. Ledo engano…

Entregabilidade está diretamente ligada com reputação. Se a minha reputação junto aos ESP’s (Email Service Provider) é boa, consequentemente  a entregabilidade da minha campanha também será boa, logo, mais pessoas poderão ler a minha mensagem. Não adianta sair por aí “caçando” mailings obscuros, pois além de macular a imagem da sua empresa, você ainda corre o risco de ser processado ou ter o seu e-mail barrado na maioria dos filtros anti-spam.

Algumas empresas justificam o envio para diversas pessoas pois já tiveram um contato prévio  (por exemplo, através de um cartão de visita contendo o endereço de e-mail). É o chamado “soft opt-in”. E quem garante que o dono daquele endereço de  e-mail deseja realmente ser notificado sobre as ofertas da sua empresa ?

Enfim, a crença de que as pessoas desejam receber e-mails sobre a sua empresa partindo da premissa de um relacionamento pré-existente está morta. O importante é utilizar o endereço de e-mail do seu mailing de maneira inteligente, como um instrumento de relacionamento, e não necessariamente de divulgação de produtos. Uma ação de cross-selling, por exemplo, é uma excelente forma de utilizar a estratégia do e-mail marketing a favor dos seus negócios.

A aliança do e-mail marketing com novos meios de comunicação

Recentemente, o The Wall Street Journal publicou um artigo chamado “Why Email No Longer Rules”, sugerindo que aos poucos o e-mail está saindo de cena na medida em que os sites de relacionamento como o Facebox e o Twitter tornam-se as ferramentas preferidas da população. Na semana passada essa história pegou fogo num evento de uma provedora de e-mails, a ExactTarget. O consenso durante a apresentação foi de que os relatos sobre o falecimento do e-mail foram um tanto exagerados.

“Você precisa ter um endereço de e-mail para criar uma conta em uma rede de relacionamento, isso funciona como um RG on-line, para verificar e identificar as pessoas. O e-mail não está sumindo de cena. Por exemplo, um banco não irá utilizar seu perfil no Twitter ou seu nome de usuário de Blog para verificar sua identificação e se comunicar”, afirma David Daniels, vice-presidente e diretor analista da Forrester Research.

Porém isso não significa que o e-mail não tenha mudado.

A ampla adoção de redes sociais e serviços de mensagens vem impulsionando a indústria a integrar a comunicação com essas mídias para alcançar os clientes quando e onde eles querem ser achados. Um estudo de 2009, da ExactTarget, sobre as preferências do consumidor revelou que 57% dos 1.500 clientes pesquisados utilizam o e-mail mais freqüentemente para escrever para amigos, já em 2008 essa porcentagem era de 67%. Em segundo lugar, representando 24%, vêm as mensagens de texto, superando os 16% do ano passado. As mensagens em redes sociais ocupam o terceiro posto representando 10%.

Enfim, o que realmente importa é que quase todos os clientes ainda preferem interagir com o mercado via e-mail, reservando as redes sociais para amigos e família. O estudo também revelou que 90% dos entrevistados preferem receber comunicações de marketing via e-mail ou mala-direta. “Existe uma grande diferença entre como queremos nos comunicar com amigos e como queremos que o mercado se comunique conosco.” diz Morgan Stewart, diretor de pesquisa e estratégia da ExactTarget e autor do estudo”.

Mais de 40% dos profissionais de marketing além de considerarem o e-mail o canal de marketing mais eficaz, também acham que a sua eficácia cresceu nos últimos 12 meses. Apenas 6% dos profissionais citaram a rede social como o canal mais eficaz.

Além disso, o e-mail está substituindo as tradicionais malas diretas como o canal “oficial” de comunicação, reforçando a idéia de que seu uso no futuro prevalecerá para fins comerciais. O estudo da ExactTarget também apontou que mais da metade dos entrevistados fizeram compras como resultado direto de uma mensagem que receberam via e-mail.

Diversidade para um futuro promissor

De acordo com Julie Katz, analista da Forrester Research, “As redes sociais e o SMS não vão substituir os esforços de e-mail marketing. Na verdade, serão cada vez mais utilizados conjuntamente”. Stewart da ExactTarget concorda. “O negócio é dar opções aos clientes. O marketing está se tornando uma área de serviços e a comunicação não deve ser conduzida por uma só plataforma. Isso significa que o objetivo é atender de acordo com a necessidade de cada cliente”.

Fonte: http://www.1to1.com.br

Site disponibiliza Código de Autorregulamentação para Prática do E-mail Marketing

Desde abril deste ano o site http://www.emailmarketinglegal.com.br disponibiliza para download o Código de Autorregulamentação para a Prática do E-mail Marketing. Além do código, encontra-se disponível também as entidades signatárias tais como ABEMD, ABRADi, Fecomercio e Proteste entre outras deste conjunto de práticas que visa orientar o mercado sobre este tipo de estratégia digital.

Como o Brasíl está na lista dos principais países que enviam SPAM, os maiores players de e-mail marketing do país resolveram se mobilizar no sentido de conscientizar o mercado, explicando que o marketing por e-mail é uma forma de relacionamento do fornecedor com o seu cliente, e não necessariamente um veiculo de propaganda não-solicitada.

Apesar do código não possuir poder legal de punição, ele prevê restrições na utilização da infraestrutura de internet, caso o emissor da mensagem não-solicitada seja formalmente denunciado como spammer.

Dicas para diminuir o descadastramento de emails

O descadastramento de emails, mais conhecido como Opt-Out, quer dizer que um usuário quer ser retirado de uma determinada lista de emails. Isso pode acontecer por diversos motivos, mas você pode evitá-los, veja como:

Atenção a freqüência para enviar seu email marketing

Muitas vezes o excesso de mensagens enviadas é a causa da decisão de seus destinatários cancelarem o recebimento de  emails. Você pode oferecer aos seus destinatários uma opção para alterar a freqüência das mensagens enviadas, quando clicarem no link de cancelamento.  O que também pode ser previsto no momento em que o destinatário se cadastrar para o recebimento de seus emails.

Proporcionar formas alternativas de manter contato

É importante que seus destinatários saibam que  há outras maneiras para que permaneçam em contato, forneça links para seu site, blog, feeds e quaisquer outros meios de comunicação.

Deixe o destinatário opinar sobre as mensagens recebidas

Disponibilize no email marketing alguma maneira em que o destinatário possa opinar sobre a mensagem. A forma mais usada é um campo contendo o seguinte texto: “Que nota você dá ao conteúdo dessa newsletter”, seguido por uma seqüência numérica, de 1 a 5, onde o número 1 é ruim e o número 5 é muito bom.

Pergunte aos assinantes o por quê do cancelamento da inscrição

É importante saber porque seus contatos estão cancelando o recebimento de emails. Forneça aos seus destinatários, um formulário de resposta voluntária, quando clicam no link de cancelamento. Isso lhe dá informações valiosas no que diz respeito ao motivo do cancelamento. Você pode usar essas informações para evitar que outros assinantes possam cancelar pelo mesmo motivo.

Dê aos assinantes o que eles estão procurando

Seus assinantes esperam que você cumpra determinadas expectativas. Se você não der o que eles querem, não terão razão para continuarem inscritos em sua base.  Se você prometeu enviar emails informativos, evite colocar conteúdo promocional dentro da sua mensagem.
• Forneça aos destinatários uma lista de temas e assuntos que preferem receber, já no formulário de cadastro.
• Também é importante proporcionar-lhes a opção de cancelamento apenas a partir de um determinado tema ou assunto.
•Analise seus relatórios e faça uma lista sobre os temas e promoções que conseguem a melhor resposta de seus destinatários para adequar o seu e-mail.

Seguindo essas dicas, além de melhorar o relacionamento com sua base de contatos, você também pode diminuir a taxa de opt-out.

Fonte : Virtual Target

Dicas para diminuir o descadastramento de emails

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